Com excepção das espécies de crescimento rápido, o investimento privado na floresta de produção de madeira é pouco atractivo. Isto deve-se essencialmente ao facto das receitas provenientes do corte dos povoamentos serem realizadas muitos anos depois dos investimentos. Por outro lado, a pequena dimensão das propriedades florestais não permite uma gestão florestal adequada. Estes factos resultam, na prática, no quase abandono das matas com consequências económicas e ambientais desfavoráveis.
A floresta Portuguesa precisa de soluções que se apliquem ao aumento do investimento privado na floresta e à solução dos problemas de propriedade, garantindo simultaneamente uma adequada gestão ambiental.